Ser mãe

E passado quase um ano, estou de volta. Depois da maior aventura da minha vida. Depois de ter sido abençoada com a melhor coisa do mundo: SER MÃE! Durante este ano, muita coisa mudou na minha vida, fui confrontada com muitos desafios. Tive muitas dúvidas, muitas incertezas, sofri um pouco…mas tudo valeu a pena, porque finalmente percebi o que é o amor. O amor de mãe! Porque o amor que sentimos pelo nosso parceiro, pelos membros da nossa família, pelo nosso animal de estimação é diferente e não é igualável ao amor que sentimos pelo nosso filho! E só agora percebi isso! De certeza que há muitas mães que vão concordar comigo! 

Este sentimento foi uma surpresa e um choque para mim. Ser mãe não estava nos meus planos. Mas aconteceu e eu dou graças por isso todos os dias! Senti uma grande transformação dentro de mim durante todo este processo de gravidez, do parto e das primeiras semanas de vida do meu bebé! E tudo girou à volta de uma coisa: ACEITAR! Já escrevi sobre isto antes aqui, muito relacionado com o yoga e com o aceitar as nossas limitações e o nosso corpo. Pois não me canso de reforçar a importância de aceitarmos as coisas como elas são. O descanso, a paz de espírito e a felicidade que isto nos pode trazer fazem toda a diferença. 

Aprendi mais uma vez a aceitar a minha vida como ela é. A aceitar que a minha vida mudou! Que o meu corpo mudou porque gerou uma vida! A aceitar que as minhas prioridades agora são outras, que já não posso praticar yoga ou meditar ou ir correr, ou ler um livro ou deitar-me no sofá quando me apetece. Há tempo para isso, mas mais tarde! Sei que toda a minha experiência anterior com meditação e yoga me ajudou imenso neste processo, e que sem isso teria sido muito mais difícil.
Agora resta-me aproveitar cada segundo que passo com o meu tesourinho porque o tempo passa depressa! E na nossa ânsia que o tempo passe, que chegue este ou aquele momento, esquecemo-nos do mais importante: de viver o presente! Tenho ouvido muitas mães dizer: “aproveita bem o teu bebé, porque o tempo passa depressa e eles crescem rápido!” E têm toda a razão! O Matias ainda tem 2 meses e meio e já sinto nostalgia de quando ele tinha poucos dias de vida!

Espero recomeçar a escrever aqui mais vezes, agora incluindo também temas de parentalidade, pois é isso que agora estou a aprender e que certamente faz parte da minha revolução, do meu caminho para a felicidade e bem-estar! 🙂

Use your mind to achieve whatever you want / Utilizem a vossa mente para alcançarem aquilo que desejam

On my journey to wellness, I have been exploring my mind-body connection, as part of practicing mindfulness. Nowadays, our busy and stressful lives can easily make us forget about the importance of being present and aware. On my last post I mentioned the importance of being present when it comes to digestion (have a look here if you missed it). In this post I will explore a little bit further why being mindful is important, for example, in order to achieve your dreams!
When you are fully present, your mind becomes more focused on what really matters. And this is the way to start. 

I have recently realized how powerful our mind can be, when used correctly!  We can actually set our mind to do whatever we want! We just have to convince ourselves that we are able to do it, or to achieve it, and almost by magic…it happens! I have been using this to find my balance, which includes for example, having a better digestion, a healthy relationship with food and a less stressful and anxious life.

The first thing to do is to set goals. Clarify what you want by setting specific goals. The more specific, personal and realistic they are, the better. Write them somewhere you can see often and, if possible, read them out loud. Several times. 

The second thing to do is to visualize. This is an important tool you can use to convince your mind of something you want. Visualize yourself achieving your goals. With as many details as possible, just like a dream, but one that you know will become true. Do this often. Everytime you read your goal, use your imagination to visualize it. 

Finally, be positive. This one is essential! You have to frame everything in a positive way. You have to believe that you are capable of achieving your dreams and be who you want to be. Always be positive, even when you are in a dark place.  

With practice, you will see that this becomes natural, and that It can help you in so many ways possible! 

No meu percurso rumo ao bem-estar, tenho vindo a explorar a ligação entre a  mente e o corpo, como parte da minha prática de ser ‘mindful’. Hoje em dia, com as nossas vidas extremamente ocupadas e ‘stressantes’, é muito fácil esquecermo-nos da importância de estarmos presentes e conscientes. No último post referi a importância de estar presente quando se trata da nossa digestão (podem lê-lo aqui, se ainda não o fizeram). Neste post vou explorar um pouco mais o porquê que o facto de estarmos presentes e atentos é importante, por exemplo, para alcançarmos os nossos sonhos!
Quando estamos totalmente presentes, a nossa mente torna-se mais focada no que realmente importa. E esta é a forma ideal de começar.

Recentemente, percebi o quão poderosa a nossa mente pode ser, quando usada de forma certa! Percebi que a podemos ‘afinar’ para que ela faça aquilo que queremos! Apenas temos que nos convencer de que somos capazes,  e quase por magia … as coisas acontecem! Eu tenho usado isto para encontrar o meu equilíbrio, incluindo, por exemplo, ter uma melhor digestão, uma relação saudável com a comida e uma vida menos ‘stressante’ e ansiosa.

A primeira coisa a fazer é definir objectivos. Esclarecer o que queremos através de metas bem específicas. Quanto mais específicos, pessoais e realistas os objectivos forem, melhor. Escrevê-los em algum local em que os possam ver muitas vezes e, se possível, lê-los em voz alta é o ideal.

A segunda coisa a fazer é visualização. Esta é uma ferramenta importante que podem utilizar para convencer a vossa mente de algo que vocês querem. Visualizem-se a alcançar os vossos objetivos. Com tantos detalhes quanto for possível, tal como num sonho, que sabem se vai tornar realidade. E façam isto várias vezes. 

Finalmente, sejam positivos. Esta parte é essencial! É preciso que enquadrem tudo de uma forma positiva. Têm que acreditar que são capazes de alcançar os vossos sonhos e ser quem vocês querem ser. Sempre positivos, mesmo quando se sentem menos bem!

On being present and digestion / Estar presente e digestão

During the last couple of weeks I have been paying more attention to what I eat and how I eat, as part of the Happy Sexy Belly program I am doing! I found out that this makes a huge difference in my digestion and in how I perceive which food items make me feel good or bad. One of the easiest ways to start doing this is to keep a food diary. This may seem strange, but it is actually a very nice way to keep track of what you eat, but most of all, of what you feel when you eat. You just need to write down the time of your meals, how you feel before and after, and what you ate. With time, you will see that a pattern may appear, and you may realize that certain foods make you feel lighter or heavier, or more or less energetic and you can start changing your diet accordingly. It has certainly been useful for me!

Another important thing do to is to pay full attention to your meal, to be mindful, to be presentl! Mindfulness can be defined as the nonjudgemental awareness of what is happening in the present moment! This is certainly a very useful tool in all areas of our lives, but it is certainly important when it comes to food. Sometimes we eat just because we have to, and we do not pay attention to how we feel or even stop to savor our food. When we have digestive issues, this can make all the difference!! I have been practicing mindfulness almost every time I eat, at least during all main meals, and I have learned a lot about my eating habits. I started eating slowly, chewing each bite, feeling the flavors of the food and I found out that not only I feel more satisfied at the end of a meal if I do this, but I also digest it more easily. You should definitely try this if you always eat on a hurry and feel like you never enjoy your meals! Also, by starting to practice mindfulness during meals, you can see the benefits and try to incorporate it in other aspects of your lives. 

When it comes to digestion, the key is to be aware to how your body reacts to certain foods, to listen to it, to respect it, to be present. Doing this has certainly been beneficial for me and has contributed to a better digestion!
I have set some goals of things I want to change in my diet. Setting goals is a powerful tool you can use when you want to achieve something in your life. It makes you think about it, verbalize it, and by doing this your brain becomes more in tune with what you want, making it easier for you to achieve it. Setting goals is actually a very important part of a wellness coaching program. As a coach I can help you set and achieve goals towards your wellness vision. I will post more information about this in the near future, but for now, if you are interested, read more about it here, or get in touch with me!

Durante as últimas semanas tenho prestado mais atenção aquilo que como e de que forma o faço, como parte do programa Happy Sexy Belly que estou a fazer! E descobri que isto faz uma enorme diferença na minha digestão e na minha percepção de que alimentos me fazem sentir bem ou mal. Uma das formas mais fáceis de começar a fazer isto é mantendo um diário alimentar. Pode parecer estranho, mas na verdade é uma maneira muito fácil de manter o registo daquilo que comemos, mas acima de tudo, do que sentimos quando comemos. Precisam apenas de anotar a hora das vossas refeições, como se sentem antes e depois, e o que comeram. Com o tempo, vão reparar que aparece um padrão, e vão perceber que certos alimentos vos fazem sentir mais leves ou mais pesados, mais ou menos enérgicos e podem começar a mudar a vossa dieta de acordo. Manter um diário alimentar tem, sem dúvida sido muito importante para mim.

Outra aspecto que tem sido importante é o de prestar atenção a cada refeição, estar atento, estar presente, ser ‘mindful’! A palavra ‘Mindfulness‘ pode ser definida como ter consciência, sem qualquer juízo de valor, do que está a acontecer no momento presente! Esta é certamente uma ferramenta muito útil em todas as áreas das nossas vidas, mas certamente é importante quando se trata da nossa alimentação. Por vezes, nós comemos apenas porque são horas de almoço ou de jantar, e não prestamos atenção a como nos sentimos, ou sequer paramos para saborear a nossa comida. Quando temos problemas digestivos, isto pode fazer toda a diferença! Eu tenho praticado ‘mindfulness’ quase todas as vezes que como, ou pelo menos, durante as refeições principais, e tenho aprendido imenso sobre os meus hábitos alimentares. Comecei a comer mais devagar, a mastigar bem cada porção, sentindo os sabores dos alimentos, e descobri que não só me sinto mais satisfeita no final de cada refeição, como também a digestão se torna mais fácil. Sugiro que tentem esta técnica, se costumam comer com pressa e nunca desfrutam as vossas refeições! Além disso, ao começarem a praticar ‘mindfulness’ durante as refeições, vão perceber os benefícios que vos pode trazer em outros aspectos das vossas vidas.

Quando se trata da digestão, a chave é termos consciência de como o nosso corpo reage a determinados alimentos; é ouvi-lo, respeitá-lo, e estarmos presentes. Desde que faço isto os benefícios têm sido inúmeros e a minha digestão melhorou consideravelmente! 
Outra coisa que tenho é feito é definido alguns objectivos de coisas que quero alterar na minha dieta. A definição de objectivos é uma ferramenta poderosa quando queremos alcançar algo na nossa vida. Nem que seja porque nos faz pensar sobre o assunto, e como tal, o nosso cérebro entra em sintonia com o que queremos, tornando mais provável que se realize. Isto é, na realidade, uma parte importante de qualquer programa de ‘wellness coaching’. Como ‘coach’, eu posso ajudar-vos a definir, e a alcançar objectivos que vos permitam ir rumo à vossa visão de bem-estar. Nos próximos posts, falarei mais sobre este assunto, mas se estiverem interessados, podem ler mais sobre o assunto aqui, ou entrar em contacto comigo!

Happy Sexy Belly

This week I joined the Happy Sexy Belly program by Nadya Andreeva from Spinach and Yoga. This program is all about achieving an efficient and healthy digestion. So if you frequently feel bloated, constipated, swelled and with gas, you are probably suffering from digestive issues and you would probably benefit from going through this program as well! 

Nadya will cover many aspects of digestion, such as explaining why it is a cornerstone of health, how you can restore regularity, what foods you should favor and which ones you should avoid, how to make a mild detox at home, the connection between stress and digestion, just to name a few. 

I am really excited about this program because I have been struggling with digestive issues for some time and I really hope to learn a few more things on how I can heal myself. And also because I know what a great teacher Nadya is, and how knowledgeable she is in this matter. 

During the first class Nadya introduced us to the importance of having a healthy digestion. It turns out that our gut is responsible for the production of things like: the neurotransmitters responsible, for example, for our feelings of happiness and positivity and of vitamins, namely those responsible for hard, strong nails, shiny hair and clear skin. A healthy digestion is also linked to a good protection against diseases and for how we respond to stress. 

Some of these things I already knew, but this made me think that I really need to work harder to improve my digestion. And this will be the perfect opportunity. Throughout the next 6 weeks I will follow the step by step guide proposed by Nadya and I will keep you posted on my progress. Some of the tools I will use include maintaining a food log and creating a wellness vision. But I will write more about this in the next post.

If you are interested in this program, you can read more about it here.

Esta semana iniciei o programa ‘Happy Sexy Belly‘, organizado pela Nadya Andreeva do site ‘Spinach and Yoga‘. É um programa sobre como obter uma digestão eficiente e saudável. Se costumam ter problemas frequentes como sentirem-se inchados, com prisão de ventre, e com gases, então provavelmente sofrem de alguns problemas digestivos e iriam beneficiar bastante deste programa.

A Nadya irá abranger vários aspectos sobre digestão, como por exemplo: explicar o porquê de esta ser fulcral na nossa saúde, como os nossos intestinos podem funcionar de forma regular, que alimentos devemos favorecer e quais devemos evitar, como fazer uma simples desintoxicação em casa, qual a relação entre o stress e a digestão, só para mencionar alguns!

Eu estou bastante entusiasmada com este programa, principalmente porque tenho tido bastantes problemas digestivos ultimamente e tenho a certeza que vou aprender como curá-los. E também porque sei que a Nadya é uma excelente professora, e tem um conhecimento profundo destes conhecimentos. 

Durante a primeira sessão do programa, a Nadya falou-nos da importância de termos uma digestão saudável. Fiquei a saber que o nosso intestino é responsável pela produção de coisas como: neurotransmissores responsáveis pelos sentimentos de alegria e felicidade e vitaminas responsáveis por termos unhas e cabelo saudáveis e uma pele limpa. Uma digestão saudável está também relacionada com a nossa proteção contra algumas doenças e com o modo como reagimos ao stress. 

Algumas destas coisas eu já sabia, mas isto fez-me pensar como preciso realmente de trabalhar mais para melhorar a minha digestão. E esta é a oportunidade perfeita para o fazer. Por isso ao longo das próximas 6 semanas vou seguir o guia passo a passo proposto pela Nadya e vou manter-vos informados sobre o meu progresso. Algumas das ferramentas que vou usar incluem manter um diário alimentar e criar uma visão de bem-estar. Mas escreverei mais sobre isto no próximo post.

Se ficaram interessados neste programa, podem obter mais informação aqui.

Cookies with benefits / Bolachas com benefícios

Happy New Year!! I do hope everyone has started the new year in the nicest way possible. I started mine on a yoga retreat, surrounded by nature and by wonderful people. I couldn’t have asked for a better start. I felt recharged and motivated to embrace the challenges of a year everyone is forecasting as difficult. At least here in Portugal.

Now, on to this post’s theme: cookies with benefits! Since way before Christmas, I have been constantly hungry, and so I have been eating more than usual. In order not to put too much weigh on, not only I constantly try to change my diet in a way not to have so many cravings for sugar and flour, but I also try to choose healthy treats. However, over the last couple of months I have not had much time to spend in the kitchen. So when I saw this recipe for Maca macaroons I thought: This is it! Cookies with benefits and easy and quick to do! I just love macaroons!

Maca is an herbaceous plant native to the high Andean Mountains of Bolivia and Peru. It is a superfood, highly prized by Incan warriors to increase stamina and combat fatigue. So it is an excellent alternative to caffeine if you are looking for an extra boost of energy. In addition, it can aid reproductive function and balance hormones. And it actually tastes good!
Are these not enough reasons for you to go ahead and try these wonderful cookies? Plus, they are vegan and dairy, egg and gluten free!

Here is the recipe, by Julie Morris:
(check the original here)
– 1 cup raw brazil nuts (I used cashew nuts)
– 1 1/4 cups unsweetened shredded coconut, plus extra for rolling
– 1 1/2 Tbsp macs powder
– 3/4 cup soft pitted Medjool dates (about 7 or 8)
– 1 Tbsp maple syrup
– 1 Tbsp vanilla extract
– 1/4 Tsp sea salt

Grind all the ingredients together in a food processor until a coarse dough has formed. Check the consistency: pinch the dough and make sure that it sticks together, yet still crumbles like a cookie. If the dough is too dry, add water – a teaspoon at a time – until the dough sticks. If the dough is too wet, add spoonfuls of extra coconut until the dough is just right. Form the dough into balls, about a tablespoon at a time, and roll exterior in extra coconut. Flatten into cookies and serve. Kept covered, these cookies will last several weeks.

No need to say that they turned out delicious!! If you want to go crazy, try adding a little bit of raw cacao powder and you will have a treat of the Gods!

Maca

Feliz Ano Novo! Espero que todos tenham começado o novo ano da melhor maneira possível. Eu comecei o meu num retiro de yoga, rodeada pela natureza e por pessoas maravilhosas. Não poderia, de facto, ter pedido um melhor início. Senti-me com as baterias recarregadas e bastante motivada para enfrentar os desafios de um ano que se prevê bastante difícil. Pelo menos aqui em Portugal.

Mas agora foquemo-nos no tema deste post: bolachas com benefícios! Desde muito antes do Natal que tenho estado constantemente com fome, e por isso tenho comido mais do que o habitual. Para evitar aumentar de peso, não só tenho tentado constantemente ajustar a minha dieta de forma a não ter tantos desejos por açúcar e farinha, como também tento escolher guloseimas saudáveis!! Contudo, ao longo dos últimos dois meses, não tenho tido muito tempo para estar na cozinha. E por isso, quando vi esta receita para bolachinhas de Maca, pensei: É isto mesmo! Bolachinas com benefícios que são rápidas e fáceis de fazer!

A Maca é uma planta herbácea nativa das altas montanhas andinas da Bolívia e do Peru. É um superalimento, que era altamente valorizado pelos guerreiros Incas, pois aumentava a resistência à fadiga e dava energia extra para os combates. É por isso uma excelente alternativa à cafeína, se procuram por um estímulo extra de energia. Além disso, esta planta contribui para o funcionamento do sistema reprodutor e ainda para o equilíbrio hormonal. E ainda por cima, é saborosa!
Não acham que são razões suficientes para irem já para a cozinha experimentar estas bolachinhas maravilhosas? São vegan, e livres de lacticínios, ovos e gluten!

Aqui está a receita, por Julie Morris:
(vejam a original aqui)
– 1 cup de castanha-do Brasil (eu usei castanha de caju)
– 1 1/4 cup de coco ralado sem açúcar, mais extra para envolver
– 1 1/2 colher de sopa de pó de maca (usei da marca Iswari, à venda no Celeiro, Miosótis e Brio)
– 3/4 cup tâmaras Medjool sem caroço (cerca de 7 ou 8)
– 1 colher de sopa de xarope de ácer
– 1 colher de sopa de extrato de baunilha
– 1/4 colher de chá de sal marinho

Moer todos os ingredientes num processador de alimentos até obter uma massa grossa. Verifique a consistência. Se a massa estiver muito seca, adicione água – uma colher de chá de cada vez – até que fique coesa. Se a massa estiver muito húmida, adicione mais coco. Formar bolinhas, cerca de uma colher de sopa de cada vez, e enrolar em coco extra. Achate as bollinhas e serva. Se bem preservadas num frasco, estas bolachas duram várias semanas.

Acho que não preciso dizer o quão deliciosas são! Mesmo usando o caju! Se quiserem, adicionem um pouco de pó de cacau cru e vão vai ter uma guloseima digna dos Deuses!

Yoga does it again: practicing self-love / Praticar auto-estima

My last post was about accepting and letting go. And I cannot emphasize enough how important this is if you want to achieve happiness in your life.

I have been silent for this last month, caught up in too much work, my coaching course and I guess my emotions! I think I stopped writing as a way to avoid them! 

When I thought I had achieved a certain balance in my life, I kind of lost it, and It has taken me some time to recover it. Through these last couple of weeks I thought about everything I learned so far about accepting, letting go, and being positive. But something else was missing: self-love. I forgot the most important aspect of my wellness revolution: learning how to love and accept my self deeply and completely!

Maybe I thought I was doing it at the same time I was learning about everything else. But the truth is that I wasn’t. I was just working on the outer layer, without going deep enough to find the true root of my imbalance. I kept running away from it. And the apparent peace and tranquility I achieved through my daily meditation practice and my healthy diet suddenly vanished. I realized it was time to stop again, rewind, think about what was missing, and find it! 

As always, the answer was lying just before my eyes, in my yoga practice. I was failing to apply what I was learning and experiencing in my practice to my daily life. I learned that to overcome injuries I needed to face them instead of running away and pretending that they were not there. I learned to bring awareness to my mat, and with my breath to fully feel my injuries, my body; to accept my incapacity to do some postures. I learned the way to healing. But I was leaving that awareness, that kindness and acceptance towards myself, inside the yoga shala. The challenge was now to bring all that into my daily life. 

I am slowly getting there. I am practicing acceptance and loving kindness towards my self outside my mat. And for that I am having a huge support from a program I found online, written by Ani Richardson from Nurture With Love. Her inspirational tips and support are being crucial for this additional step towards my wellness revolution. You can find more about the program, 35 Days to Self-Love, here

A final message I want to leave you with is that the journey to wellness and healing is very personal and only you can make it. However, it is always good to have someone by your side to cheer you up along the way, to support you in every step. That someone can be a friend, a family member, but can also be a coach or someone who has gone through the same challenges you are facing. Ultimately, you are the one responsible to achieve your well-being, and you are your best friend, but do know that you are not alone in this quest! Do not run away from your problems, the answer lies in practicing self-love and accepting everything as it is!

O meu último post foi sobre aceitar e deixar ir. E não posso deixar de enfatizar o suficiente como isto é importante para alcançarmos a felicidade.

Tenho estado em silêncio neste último mês, embrenhada no excesso de trabalho, no meu curso de ‘wellness coach’, e acho que também nas minhas emoções! Acho que na realidade parei de escrever como forma de as evitar!

Quando finalmente pensei que tinha atingido um certo equilíbrio na minha vida, acabei por perdê-lo, e demorei algum tempo para o recuperar. Nestas últimas semanas tenho pensado em tudo o que aprendi até agora sobre aceitação, desapego, e pensamentos positivos. E concluí que ainda havia algo que me estava a escapar: o amor-próprio. Acabei por esquecer um dos aspectos mais importantes da minha revolução para o bem-estar: aprender a gostar de mim e a aceitar-me de uma forma profunda e completa!

Intuitivamente achei que o estava a fazer ao mesmo tempo que estava a aprender sobre tudo o resto. Mas a verdade é que não estava. Estava apenas a trabalhar na camada mais externa, sem ir fundo o bastante para encontrar a verdadeira raiz do meu desequilíbrio. E assim continuei a fugir dele. E a paz e tranquilidade aparente que estava a conseguir alcançar através da minha prática diária de meditação e da minha dieta saudável, de repente desapareceu. Percebi então que era hora de parar de novo, voltar atrás, e pensar sobre o que me estava a escapar.

Como sempre, a resposta estava já à frente dos meus olhos, na minha prática de yoga. Eu não estava era a conseguir aplicar aquilo que aprendia e sentia na minha prática de yoga para o meu quotidiano. Aprendi que para superar as lesões era preciso enfrentá-las, em vez de fugir e fingir que elas não existiam. Aprendi a trazer consciência para o meu tapete, e juntamente com a minha respiração, a sentir as minhas lesões, o meu corpo; a aceitar a minha incapacidade de fazer algumas posturas. Aprendi que este era o caminho para a cura. Mas essa consciencialização, essa bondade e aceitação para comigo própria estavam a ficar dentro do shala. O desafio é agora transpor isso para o meu dia-a-dia.

E lentamente estou a chegar lá, praticando aceitação, sendo gentil para mim mesma, aceitando-me como sou, sem fugir. E para isso estou a ter ajuda e um incentivo enorme de um programa que encontrei ‘online’, escrito por Ani Richardson do ‘site’ ‘Nurture With Love. As dicas de inspiração e apoio estão a ser cruciais para mais este passo em direção à minha revolução para o bem-estar. Podem saber mais sobre este programa, ’35 Days to Self-Love’, aqui.

A mensagem final com que quero deixar-vos é que a viagem em direcção ao bem-estar e à cura é muito pessoal e só vocês a podem fazer. No entanto, é sempre bom ter alguém ao vosso lado para vos animar ao longo do caminho, para vos apoiar em cada passo. Esse alguém pode ser um amigo, um membro da família, mas também pode ser um ‘coach’ ou alguém que tenha passado pelos mesmos desafios por que estão a passar. Em última análise, vocês são os responsáveis por alcançar o vosso bem-estar, e os vossos melhores amigos, mas saibam que não estão sozinhos nessa procura! Não fujam dos vossos problemas, a solução está em praticar auto-estima e aceitar tudo exactamente como é!

Accepting and letting go / Aceitar e deixar ir

I have been thinking a lot about the importance of accepting and letting go. Although I know that this is extremely important for one’s ultimate happiness and that some people may do it unconsciously, it is not always easy. 

I usually create images of how things should happen and how people around me should behave. By creating these images I am putting myself through unnecessary judgement and disappointment. Things do not work the way I would like them to, and certainly people do not have to behave the way I think they should. I know that everything would be easier if I just accepted things and people as they are and let go of my preconceptions. But going from theory to practice goes a long way. And it goes the hard way as well! 

I have written before about how my yoga practice changed my life and made me start a healing and self-discovery journey (you can read about it here and here). But every day I am amazed on how this is an absolute truth and on how every single practice changes something inside me. 
I suffered a couple of injuries that have been quite challenging for me and for my practice. But they are teaching me the importance of letting go and acceptance more than ever. I have to modify my practice, which means changing my preconceived idea on how my yoga practice should be. I usually judge myself for not being able to do some postures, for not being perfect. By doing this I am hurting myself, not only physically but mainly emotionally.  

If you practice yoga, this may resonate with you, but even if you don’t, you may still face some of these issues in your everyday life. We all have drawbacks in our lives and sometimes we do not know quite well how to deal with them. I think a first step towards resolution and clarity is to accept and let go. It is not worth to fight them or to run way from  them.

In the end, its not the destination that matters, but the journey you take to get there. If we rush and want to get to the end as fast as possible, we will miss the best part. We will miss all the beauty of the journey, and all the amazing things we can learn about ourselves and our lives. 
So sit back, be patient, accept and let go, and enjoy the ride! 

Ultimamente tenho pensado bastante sobre a importância de aceitarmos e deixarmos ir. Embora eu saiba que estes factores são extremamente importantes para atingirmos a felicidade, e que algumas pessoas parecem fazê-lo inconscientemente, nem sempre é fácil.
Eu, por exemplo, tenho o hábito de criar imagens de como as coisas deveriam acontecer e de como as pessoas ao meu redor se deveriam comportar. Ao criar estas imagens estou apenas a sujeitar-me a julgamentos e decepções desnecessárias. As coisas por vezes não funcionam como eu gostaria, e certamente as pessoas não têm que se comportar da maneira que eu acho que deveriam. Sei que tudo seria mais fácil se eu simplesmente aceitasse as coisas e as pessoas como elas são e largasse os meus preconceitos. Mas ir da teoria à prática é por vezes um longo e difícil caminho! 

Já escrevi anteriormente sobre como a minha prática de yoga mudou a minha vida e me fez iniciar uma viagem de auto-descoberta e de procura pelo bem-estar (podem ler sobre isso aqui e aqui).  Mas todos os dias me espanto com o facto de isto ser completamente verdade e de como cada prática diária muda algo dentro de mim. 
Recentemente, tenho sofrido algumas lesões que têm sido um grande desafio tanto para mim como para a minha prática. Com estas lesões tenho aprendido a importância de aceitar e largar. As lesões obrigam-me a modificar a minha prática, o que significa mudar também a minha ideia preconcebida de como essa prática de yoga deveria ser. Costumo julgar-me por não ser capaz de fazer algumas posturas, por não ser perfeita. E com isso acabo por me magoar, não só fisicamente, mas principalmente emocionalmente.

Se praticam yoga, talvez se identifiquem com esta situação, mas mesmo que não pratiquem, poderão eventualmente enfrentar alguns destes desafios no vosso dia-a-dia. Todos nós enfrentamos obstáculos e, por vezes não sabemos como lidar com eles. Eu acho que um primeiro passo para os ultrapassarmos, é aceitar que eles existem e depois deixá-los ir, sem nos apegarmos. Não adianta lutarmos contra eles, e muito menos fugirmos. 

No final, não é o destino que importa, mas sim o caminho que escolhemos para lá chegar.  Se temos pressa e queremos chegar ao fim o mais rápido possível, vamos perder a melhor parte. Perderemos toda a beleza da viagem, todas as coisas incríveis que podemos aprender sobre nós mesmos e nossas vidas.
Por isso sentem-se, sejam pacientes, aceitem o que a vida vos proporciona e aproveitem o passeio!

Blueberry oatmeal scones / Scones de mirtilo e aveia

I love bread! And there is nothing I can do about it! Sometimes I just have to eat it, even though I know I will likely feel heavy and bloated after. I found out that this is probably due to gluten or at least to wheat. So I have been looking and looking for alternatives that satisfy me. While I was living in New York I found some really nice brands of sprouted bread, and I was quite happy with it. But since I returned to Lisbon, the sprouted breads I found are not that delicious. I have been considering baking bread at home, but cannot find a recipe that seems doable. 

So I was quite happy yesterday when I found a gluten-free bread at my favourite biological supermarket. Of course it is not the same as ‘normal’ bread, but it is better than the sprouted breads. 
The same happens with all pastries! All are baked with wheat flour and so I try to stay away from them. This is however easier to overcome since there are several blogs dedicated to gluten free and vegan baking. I have been learning all the tricks to substitute eggs and white flour and sugar and have been quite successful, as you can see here. This time I had a lot of oatmeal as leftovers from making oat milk and so I decided to try to bake some scones. I followed a recipe by Dandelions on the Wall, with some slight modifications. Instead of rolled oats I included the leftover pulp and instead of maple syrup I included rice syrup and agave nectar. My extra was adding blueberries. It came out delicious! 
So for today’s brunch I had gluten free bread toast with ghee and a blueberry scone! And I realized that is possible to be gluten, dairy (apart from the ghee), sugar and egg free and have a wonderful and delicious breakfast! 
Here is the recipe (inspired by Dandelions on the Wall):
– 3 cups rolled oats (or leftover pulp)
– 1 1/2 cups gluten free flour mix*
– 1/2 tsp xantham gum
– 1/2 baking soda
– 1/2 tsp cinammon
– 1/4 tsp salt 
– 1/2 cup rice syrup
– 1/2 cup agave nectar
– 1/2 safflower oil
– 1tsp vanilla
– 1 1/2 well-mashed bananas
– 1/2 cup extras (blueberries, chocolate chips, raisins, etc)
Mix all dry ingredients; follow with wet ingredients and mix thoroughly; add extras and mix again. Place spoonfuls of the dough on a baking sheet and bake for 15-20 minutes at 180oC.
If you notice that you feel heavy and bloated after eating bread or pastries you may have a gluten sensitivity or intolerance. Try to remove food containing gluten (mainly wheat, rye and barley) from your diet for a couple of weeks and see if you feel any difference. If you want to know more about gluten and why it can cause intolerance, you can watch this video.
Eu adoro pão! E não há nada que eu possa fazer em relação a isso! E às vezes não resisto, e acabo mesmo por comer, mesmo sabendo que provavelmente me vou sentir pesada e inchada depois. Descobri recentemente que isso se deve provavelmente ao glúten, ou pelo menos ao trigo. Desde então tenho procurado alternativas que me satisfaçam. Enquanto estive a viver em Nova York, encontrei algumas marcas de pão germinado, e eram saborosos. Mas desde que voltei a Lisboa, os pães germinados que encontrei não são tão bons. Ainda considerei a hipótese de fazer pão em casa, mas não consigo encontrar uma receita que pareça fazível e que resulte. 
E por isso fiquei bastante feliz quando ontem encontrei um pão sem glúten à venda no meu supermercado biológico preferido. É claro que não é o mesmo que o pão “normal”, mas é bem mais saboroso do que os pães germinados.
O mesmo acontece com os bolos e bolachas! Todos são preparados com farinha de trigo e por isso tento ficar longe deles. No entanto, visto que existem vários blogs dedicados a receitas de bolos, bolachas e sobremesas sem glúten e vegan, é mais fácil cozinhá-los em casa. Tenho por isso vindo a aprender vários truques para substituir ovos e farinha branca e açúcar, e tenho sido bem sucedida, como podem ver aqui. Desta vez, estava-me a apetecer um bolinho, e como tinha bastante aveia, que me sobra sempre de fazer leite de aveia, decidi tentar fazer scones. Segui uma receita que encontrei no site ‘Dandelions on the Wall‘, modificando-a ligeiramente. Em vez de flocos de aveia, incluí a polpa de aveia e, em vez de xarope de mapple, incluí xarope de arroz e néctar de agave. O meu extra foram mirtilos. E sairam deliciosos!
Assim para o ‘brunch’ de hoje, comi umas torradinhas sem glúten com ghee e um scone de mirtilos! E percebi que é perfeitamente possível ter uma alimentação livre de glúten, laticínios (além do ghee), açúcar e ovos, e mesmo assim disfrutar de um maravilhoso pequeno-almoço!
Aqui fica a receita (inspirada no site Dandelions on the Wall):
– 3 chávenas de aveia em flocos (ou polpa de sobra)
– 1 1/2 chávenas de mistura de farinha sem glúten
– 1/2 colher de chá de xantham gum
– 1/2 colher de chá de fermento
– 1/2 colher de chá de canela
– 1/4 colher de chá de sal
– 1/2 chávena de geleia de arroz
– 1/2 chávena de néctar de agave
– 1/2 chávena de óleo de cártamo
– 1 colher de chá de baunilha
– 1 1/2 bananas bem esmagadas
– 1/2 chávena de extras (mirtilos, pedaçoes de chocolate, passas, etc)
Misturem todos os ingredientes secos; a seguir adicionem os ingredientes húmidos e misturem bem; adicionem os extras e misturem novamente. Coloquem bolinhas de massa em papel vegetal e levem ao forno durante 15-20 minutos a 180oC.
Se se costumam sentir pesados e inchados depois de comerem pão ou bolos, poderão ter uma sensibilidade ou intolerância ao glúten. Tentem remover alimentos que contenham glúten (principalmente trigo, centeio e cevada) da vossa dieta por algumas semanas e vejam se sentem alguma diferença. Para ficarem a saber mais sobre o que é o glúten e porquê pode causar intolerância, vejam este vídeo.

How your breath can help you overcome stress and anxiety / Como a respiração pode ajudar a superar o stress e a ansiedade

Have you ever found your self caught in a fight between your body and your mind?

I have, quite frequently to be honest. It usually happens when my mind wants me to eat something but my body is not hungry. Or when my mind wants me to go to the gym to burn some more calories, but my body feels it’s already drained. My mind used to win and I would end up eating or going to the gym.
There are times when my mind and my body live in harmony, but others when they still seem to fight everyday! So I decided to understand which factors triggered this lack of understanding. Stress and anxiety came as the most common factors that lead me to the point where my mind would scream over my body. When this fight reaches its peak, it is as if I transform into someone else, unable to listen to my body. This is when I know it’s time to stop and breathe. I focus my attention on my breath and my mind calms down in an instant. It only takes a couple of deep inspirations and expirations. I think to myself: ‘Breathing in I calm my body, breathing out I smile!’ (just as Thich Nhat Hanh teaches in his book ‘Peace is every step’).
This can be done anywhere and in any situation you find yourself trapped in. When you feel stressed, anxious, frustrated, angry, or sad, this technique truly helps to calm down and put things into perspective. It helps you to be mindful because by focusing on your breath you become aware of your present situation, of where you are and how you feel. With time and practice, this becomes an automatic behavior everytime you feel that you are loosing control. It becomes your refuge. Although I started using this technique to overcome my struggle with emotional eating, I now find myself also using it when I am stuck in traffic, when someone gets on my nerves or when I feel stressed and overwhelmed.
If this resonates with you, I can assure you that focusing on your breath is one of the most powerful exercises you can do to overcome some situations. It allows you to connect to your body. If you also practice meditation, this connection will get even deeper. You do not need to learn a specific method of meditation. You just need your breath. Take 5-10 minutes of your day, and seat upright, by yourself, in a calm place. Focus your attention on your breath. Feel the cold air enter your body through the nostrils and into the lungs and the warm air exiting through the same route. Let your thoughts come and go; do not try to stop them, or judge them. Just notice them and return to your breath. By practicing frequently, your mind will get calmer and calmer and you will eventually achieve moments of complete stillness. Moments when everything stops and there is only silence. In these precious moments you can truly appreciate who you really are. Even if you do not reach these moments of stillness, you will see that the practice of frequent meditation brings you many benefits, namely:
•       builds self-confidence
•       helps control own thoughts
•       helps with focus and concentration
•       increases emotional stability
•       helps to keep things in perspective
•       brings body, mind and spirit into harmony
•       decreases muscle tension
•       enhances energy, strength and vigour
•       decreases stress and anxiety
For me, the most important benefit of meditation is the ability to connect with my body and feel less anxious and stressed. This has helped me to deal with emotional eating and achieve balance and happiness in my life. I have also stopped dwelling into the past or worrying about the future. I live in the present moment and accept whatever life brings me. If this resonates with you, try using your breath as your ally! It is easy, cheap, and the success is guaranteed!
Alguma vez já deram com vocês presos numa luta entre o vosso corpo e a vossa mente?
Eu já, e com bastante frequência. Geralmente acontece quando a minha mente quer que eu coma algo, mas o meu corpo não está com fome. Ou quando a minha mente quer que eu vá para o ginásio para queimar mais calorias, mas o meu corpo sente que já está esgotado. A minha mente custamava ganhar estas lutas e eu acabava por comer ou ir ao ginásio.
Há alturas em que minha mente e meu corpo vivem em harmonia, mas ainda há outras em que parecem lutar todos os dias! Percebi então que o stress e a ansiedade são os factores que mais frequentemente desencadeiam esta falta de entendimento entre a minha mente e o meu corpo. Quando a luta atinge o seu pico, é como se eu me transformasse noutra pessoa, incapaz de ouvir o meu corpo. E é quando sei que preciso de parar e respirar. Focando a atenção na minha respiração, sinto a minha mente acalmar-se num instante. Preciso apenas de algumas inspirações e expirações profundas. Ao mesmo tempo que respiro, penso: “Inspirando acalmo o meu corpo, expirando sorrio!” (Seguindo os ensinamentos de Thich Nhat Hanh no seu livro “Harmonia a cada passo”).
Este exercício pode ser feito em qualquer lugar e em qualquer situação em que se sintam numa situação sem saída. Quando se sentem stressados, ansiosos, frustrados, irritados ou tristes, esta técnica ajuda a sentirem-se mais calmos e a colocarem as coisas em perspectiva. Ajuda a practicarem mindfulness, porque ao se concentrarem na vossa respiração, tornam-se conscientes de vossa situação presente, de onde estão e de como se sentem. Com o tempo e a prática, esta consciencialização torna-se um comportamento automático toda vez que sentirem que estão a perder o controlo de uma situação qualquer. Torna-se o vosso refúgio. Embora eu tenha começado a usar esta técnica para superar a minha luta com a alimentação emocional, agora uso-a automaticamente sempre que estou presa no trânsito, quando me sinto irritada com alguém, quando me sinto stressada ou sobrecarregada em trabalho.
Se se indentificam com estas situações, posso assegurar-vos que focarem a vossa atenção na respiração é um dos exercícios mais poderosos que podem fazer para conseguirem superar certas situações, pois permite que estabeleçam uma ligação com o vosso corpo. Se também praticarem meditação, esta ligação torna-se ainda mais profunda. Não é preciso aprenderem um método específico de meditação. Apenas precisam de vossa respiração e de 5-10 minutos do vosso dia. Sentem-se direitos num local onde saibam que não vão ser interrompidos e concentrem-se na vossa respiração. Sintam o ar frio entrar no vosso corpo através das narinas e para os pulmões, e o ar quente sair pelo mesmo percurso. Deixem os vossos pensamentos vir e ir, não tentem impedi-los ou sequer julgá-los. Observem-nos apenas e voltem para a vossa respiração. Ao praticarem com frequência, a vossa mente vai ficar mais calma e mais tranquila e acabarão por atingir momentos de quietude completa. Momentos em que tudo pára e só há silêncio. É nestes momentos que podemos realmente apreciar quem somos. Mas mesmo que não consigam atingir estes momentos de quietude, a prática da meditação frequente traz inúmeros benefícios, tais como:
•   aumenta a auto-confiança
•   ajuda a controlar os pensamentos
•   ajuda a manter a concentração
•   aumenta a estabilidade emocional
•   ajuda a manter as coisas em perspectiva
•   cria uma harmonia entre a mente, o corpo e o espírito
•   diminui a tensão muscular
•   aumenta a força, energia e vigor
•   diminui o stress e a ansiedade
Para mim, o benefício mais importante da meditação é a capacidade de me conectar com o meu corpo e de me sentir menos ansiosa e stressada. Passei a lidar melhor com a alimentação emocional e alcancei o equilíbrio e a felicidade na minha vida. Também parei de remoer sobre o passado ou de me preocupar com o futuro. Passei a viver no momento presente e a aceitar o que a vida me traz. Se reconhecem alguns destes problemas na vossa vida, tentem usar a vossa respiração como vossa aliada! É fácil, barato, e o sucesso é garantido!

Combinações de alimentos para melhorarem a vossa digestão / Food combining to improve your digestion

Alguma vez se sentiram indispostos e sem energia a seguir a uma refeição? Com uma sensação de inchaço, de que comeram demais, apesar de terem feito uma refeição leve? Eu sentia-me assim frequentemente, e só recentemente é que percebi porquê. Nós podemos pensar que nos alimentamos de uma forma saudável, incluindo as porções diárias recomendadas de fruta e legumes, etc. No entanto a nossa digestão pode não funcionar perfeitamente, não devido à qualidade ou variedade dos alimentos que consumimos, mas sim devido à forma como os combinamos numa refeição. 

O nosso sistema digestivo produz diferentes sucos gástricos e diferentes enzimas para os diferentes tipos de alimentos que consumimos. Assim, proteínas, hidratos de carbono, açúcares, vegetais, fruta, etc, não só requerem diferentes enzimas, mas também diferentes tempos de digestão. E por isso, quando numa única refeição misturamos vários tipos de alimentos, o nosso sistema digestivo tem que gastar energia extra a produzir diferentes sucos digestivos para digerir esses alimentos. As regras de combinação de alimentos tiram vantagem do facto de certos tipos de alimentos requererem condições químicas e tempos de digestão semelhantes, facilitando assim a digestão e libertando energia que o corpo pode utilizar para outros propósitos. Se seguirem estas regras, irão sentir um aumento dos níveis de energia, diminuir a sensação de inchaço, melhorar o trânsito intestinal, e ter uma pele bastante mais luminosa e bonita! Para além de todas estas vantagens, melhoram ainda a vossa nutrição porque o vosso organismo irá utilizar e assimilar melhor os nutrientes presentes nos alimentos. 

Aqui ficam então algumas regras de combinação de alimentos:

1. Hidratos de carbono e proteínas não devem ser ingeridos na mesma refeição. Isto significa que por exemplo frutos secos, carne, ovos e queijo ou outro alimento rico em proteínas, não deve ser combinado com pão, cereais, batatas e frutos secos. Exclui-se aqui o caso de proteína de origem vegetal, como por exemplo as leguminosas que essas sim devem ser consumidas conjuntamente com um hidrato de carbono para formarem uma proteína completa. Bolos e doces, por conterem açúcar inibem a secreção de sucos gástricos e atrasam bastante a digestão se consumidos em quantidade a seguir a uma refeição. ‘Quer dizer que não posso comer bife com arroz e batatas?’ Não é de facto a melhor combinação de alimentos para facilitar a digestão, mas é claro que ocasionalmente não faz mal, apenas ficamos conscientes de que estamos a dar mais trabalho ao nosso estômago. 

2. Duas fontes de proteína não devem ser combinadas na mesma refeição. Cada tipo de proteína requer um tipo específico de suco gástrico, bem como diferentes tempos de digestão. Por isso é que se deve evitar na mesma refeição, por exemplo, carne e ovos, queijo e ovos, leite e ovos, etc. 

3. Fruta não deve ser ingerida com outros alimentos. A fruta, com a excepção da banana e do abacate, deve ser sempre ingerida com o estômago vazio e pelo menos 30 minutos antes da refeição seguinte. Por conter uma quantidade elevada de açúcar e ser de fácil digestão, quando combinada com outros alimentos no estômago a fruta vai ser preterida a esses outros alimentos e fica a fermentar no sistema digestivo. Isto leva não só a uma acumulação de toxinas, mas também á absorção ineficiente de todas os nutrientes que a fruta nos fornece. Por esta razão é aconselhável não comer fruta a seguir à refeição, mas sim a meio da manhã ou da tarde.

Experimentem seguir algumas destas regras se sentem que têm problemas digestivos ou se sentem uma falta de energia generalizada durante o dia. Por vezes o problema não está apenas no que comemos, mas também na forma como comemos. Devemos tentar mastigar devagar e não ingerir muitos líquidos durante e após a refeição. Mantenham as vossas receitas o mais simples possível e verão que as vossas barrigas se vão sentir muito mais felizes!

Se por acaso já seguem estas regras partilhem connosco a vossa experiência!

Have you ever felt tired and out of energy after a meal? Bloated and full, even though you had a light meal? I used to feel like this quite often and it was only recently that I realized why. We may think that we eat healthy, including the recommended daily servings of fruit and vegetables, etc. However our digestion sometimes is not perfect, not because of the quality or variety of the food items we consume, but because of the way we combine them in a meal.


Our digestive system produces different enzymes for the different types of food we eat. Proteins, carbohydrates, sugars, fats, vegetables and fruit, not only require different enzymes but also differ in the time they take to be fully digested. Therefore when we combine various types of food in a single meal, our digestive system has to spend extra energy to produce the different gastric juices and enzymes required to digest them. Food combining rules take advantage of the fact that certain types of food require similar chemical conditions to be digested, thus improving digestion efficiency and freeing up a lot more energy that the body can use for other purposes. You will feel increased levels of energy, reduce the feeling of bloating, improve bowel movement and also have a better skin! By following basic rules of food combining, we can also improve our nutrition because our body will be more efficient in absorbing and using the nutrients from our food. 
 
So here are some food combining rules:


1. Carbohydrates and proteins should not be eaten in the same meal. This means that for example nuts, meat, eggs and cheese or other protein-rich food, should not be combined with bread, cereals, potatoes and nuts. Exception here are lentils and beans, which are a source of vegetable protein and should be consumed with a carbohydrate in order to form a complete protein. Cakes and deserts should not be eaten after a meal, because they contain sugar, which inhibit the secretion of gastric juices and therefore make the digestion quite slow. ‘So you mean you should not eat  a steak with rice and potatoes?’, you may ask! This is in fact not the best food combination to facilitate digestion, but of course it does not hurt occasionally, if you are aware of that you are putting your digestive system to a lot of work!


2. Two different sources of protein should not be combined in the same meal. Each type of protein requires a specific type of gastric juice as well as different digestion times. That is why one should avoid having meat and eggs, cheese and eggs, milk and eggs, etc., together in the same meal.


3. Fruit should not be eaten with other foods. Fruit, with the exception of banana and avocado, should be ingested on an empty stomach and at least 30 minutes before the next meal. Because it contains a high amount of sugar and it is easy to digest, when combined with other foods in the stomach, fruit will be left to digest last, and will ferment in the digestive system. This not only leads to an accumulation of toxins, but also to an inefficient absorption of all the nutrients that fruit provide us. So it is better to eat it alone.


Try following some of these rules if you feel you have digestive problems or if you feel a general lack of energy during your day. Sometimes the problem is not just what you eat but also how you eat. Try to chew your food slowly and do not drink a lot of water other liquid during and after a meal. And keep your recipes as simple as possible, you will see that your tummy will feel quite happy! 


If you already follow some of these rules share your experience with us!

Página 5 de 7« Primeira...34567